Relíquias Sertanejas Vinil

Relíquias Sertanejas Vinil

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Voce encontra Zé Pulula ou Lula, Zezé Pulula, ou Pulula da Silva e ainda José Eustáquio Pulula da Silva nos SITEs "reliquiasdofutebol.blogspot.com - esquadrõesdefutebol.blogspot.com", e ainda no horário dás 06 às 08hs da manhã, e dàs 16 às 18hs no SITE "www.rádiovoxmt.com.br, com o programa Sertanejo Bom Demais. Em http://www.correiopress.com.br/, tem a coluna Bastidores da Semana, com Pulula da Silva. "Vale conferir, e pode ter a certeza que a Praça não vai cair".


quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

HISTÓRIA DO OPERÁRIO

Pesquisa Iniciada no ano de 1983 - José Eustáquio Pulula da Silva





Primeira Diretoria - 1949: Joaquim Santana, Rubens dos Santos, Luis Vitor da Silva(Presidente), Odemar Pereira, Mestre Dario e Manoel Santana






Primeiro Time - 01/05/1949. Da Direita para Esquerda: Goleiro Jorge Mussa, Alito, Gonçalo Gongon, Caetano, Nonô Sapateiro, Assis, Benedito Sapateiro, Boalva, Lindolfo, Ciro e Zé Simeão.




Campeão dos Campeões de Mato Grosso - 1964. Em Pé: JK, Musse, Martinho, Formiga, Maneco, Ciro, Pádua, Saldanha e Vital. Agachados: Massagista(?), Ide "Inhara", Dasmaceno, Fião, Franklin, Licio Amorim. Mascote falecido Chiquito Correia, filho do saudoso Fancho.




Primeiro Campeão Cuiabano de Proissionais em 1967



Bi-Campeão Cuiabano (1968) Em Pé: Gino(Massagista), Darcy Avelino, Adalberto, Gonçalo, JK, Walter e Glauco. Agachados: Jaburú, Fião, Gebara, Poxoréo e Odenir "Upa Neguinho".





Liderados por Rubens dos Santos, com apoio do Bispo Dom Campello de Aragão, um grupo de jovens de Várzea Grande à 59 anos atrás, no dia 1º de maio de 1949, fundava o Clube Esportivo Operário Várzeagrandense, considerado o tricolor mais querido em Mato Grosso. Entre as grandes conquistas, estão o tri-campeonato amador em 1952/53/54, sendo pioneiro no profissionalismo, conquistando os títulos em 1967/68/72 ( Campeonato Cuiabano) e 1973 ( Campeonato Estadual). Inesquecível também foi a conquista da Copa Campeão dos Campeões em 1964, bem como o inédito tri-campeonato em 1985/86/87, na gestão do radialista Edvaldo Ribeiro, radialista, sendo o único presidente tri-campeão na história do clube. O Bispo Dom Campello de Aragão ( dizem que está vivo, residindo em Maceió – AL)doou as primeiras camisas, e por ser torcedor do Fluminense do Rio Janeiro, as cores foram idênticas a do clube carioca, permanecendo até a data atual.
Quanto ao nome, por ser a data em que se comemorava o Dia do Trabalhador, Rubens dos Santos achou por bem homenagear a classe, motivo do nome Operário.
A primeira partida aconteceu na do dia 1º de maio a tarde no Círculo Operário (Hoje funciona o Clube de Eventos Igreja N.S. do Carmo) na Rua Independência, centro de Várzea Grande, e o falecido Boalva fez o primeiro gol da história do clube na vitória de 1 X 0 diante do Palmeiras do Porto.
1ª DIRETORIA
O time dava o pontapé inicial em campo, e Rubens dos Santos convocava torcedores e simpatizantes do clube para a formação da 1ª diretoria. A reunião aconteceu no dia 15 de maio na casa de Joaquim Santana Rodrigues, com o falecido Luiz Vitor da Silva sendo escolhido como 1º presidente na história do Operário Várzea-grandense. A diretoria era composta ainda por Lamartine Pompeu de Campos, Joaquim Santana Rodrigues, Oldemar Pereira, Mestre Dario, Manoel Mendes de Oliveira, e Manoel Santana.
O Campeonato Amador Várzea-grandense era disputado por Bonsucesso e Vila Nova de Bonsucesso, Clube Atlético Souza-limense (Souza Lima), Campinas da Guarita, Soberano, Industrial (Porto) e Operário Várzeagrandense.
Filiou-se na FMD
O Campeonato Amador Várzea-grandense ficava pequeno pela grandeza do futebol que o Operário apresentava e o presidente Rubens dos Santos atravessou a ponte, filiando o clube em 1958 na Federação Mato-grossense de Desportos, presidida por Macário Zanacappe João de Deus. Nesse ano e em 1959, o Operário não foi bem, a não ser o empate histórico diante do Dom Bosco em 1 X 1, gol de Lindolfo, já em final de carreira . “Nesse dia o Maurão fechou o gol, e o azulão cuiabano, que tinha uma dupla de área infernal, formada por Dasmaceno e Fião, nada fizeram contra nós. Foi uma glória empatar com um dos melhores times do Estado, com o Presidente Eurico Gaspar Dutra lotado”, avaliou Nassarden, atual Secretário de Educação e Cultura de Várzea Grande. Lembrou ainda de vários craques daquele time, a saber: Beraldo Correa, Iunes, Ali e Jafa Mussa, Maurão, Tião Macalé, Caboclo, Botelho, João Garrucha, Acimar, Berlindes Pacu e outros. Em 1961, Rubens dos Santos deixou a presidência do clube, assumindo Ari Leite de Campos, e o tricolor ficou na 4ª colocação.
No ano de 1963, Rubens dos Santos é eleito novamente presidente, renovando por completo o plantel, senão vejamos: Saldanha (Palmeiras), Poxoréo (Mixto), Lício Amorim e Vital (Atlético), Ide “Nhara” e Ben, (XV de Novembro). Com Rubens dos Santos como treinador surgia o “Rolo Compressor”, ganhando todos os títulos disputados naquele ano. O time titular era formado por Saldanha, Vital, Martinho, Formiga e Maneco; Poxoréo, Aélio e Tatu; Ide “Nhara”, Gildo (Ben) e Lício Amorim (Didi).
Campeão dos campeões
Em 1964, com Atair Monteiro, como presidente, e Rubens dos Santos na direção técnica, em partida emocionante com o Mixto, venceu por 3 X 1, gols de Fião, conquistando o titulo cuiabano, quando sofreu apenas uma derrota, 4 X 2 para o Americano, em um dia que nada deu certo, como afirmou o artilheiro do campeonato Fião, autor de 25 gols durante o certame. O poeta Silva Freire criou o slogan “ A Alama Alegre do Povo” após a conquista.
Em 1964 foi disputada a Copa dos Campeões dos Campeões,e a decisão aconteceu entre Operário (norte) e Ubiratan de Dourados (Sul) em duas partidas, com o Operário empatando a primeira em Dourados em 0 X 0, e uma semana depois, com o Estádio Presidente Eurico Gaspar Dutra lotado, após um empate em 0 X 0 no tempo normal, o Tricolor na prorrogação venceu por 1 X 0, gol de Ide “ Nhara”aos 13 minutos do segundo tempo. .
Implantação do profissionalismo
Em 1967, Rubens dos Santos, com muito sacrifício, ao lado de dirigentes como Ranulfo Paes de Barros, Joaquim de Assis, Macário Zanacape e Agripinio Bonillia,
Implantava o futebol profissional em Mato Grosso. “O cumpadre Rubens pode ser considerado o “pai” do nosso futebol, pois se não fosse ele, a sua perseverança, o futebol profissional chegaria muito mais tarde no Estado”, confirmou Atair Monteiro, presidente do clube na vitoriosa conquista do título de 1º Campeão dos campeões em 1964, e diretor na conquista do 1º título no futebol profissional.
A decisão do campeonato, conhecido com o “Clássico dos Milhões”, aconteceu diante do seu maior rival, Mixto, onde com duas vitórias, 1 X 0 e 3 X 1 respectivamente, ficou com o título.
O bi-campeonato com Branco de Barros na presidência e Tidinho Correa e Tio Odorico na direção técnica, aconteceu no ano seguinte, em 1968, e com dois gols de Fião e Jaburu completando o placar, vencendo o Mixto por 3 X 1. O time jogou a decisão com Walter, JK, Gonçalo, Glauco e Darcy Avelino; Adalberto” Brejinho”, Poxoréo e Gebara; Jaburu, (Ide), Fião e Odenir. Em 1969, apesar dos esforços do presidente Ditinho de Zaine, foi decepcionante a campanha tricolor, inclusive, com o clube pela 1ª vez na história, solicitando licença na FMD, ficando fora do campeonato de 1970.
Em 1971 Rubens dos Santos retorna ao clube, trazendo com ele um jovem radialista, Roberto França que assumia como treinador. Várias contratações foram feitas no futebol carioca e mineiro, quando chegaram Gaguinho (Botafogo), Jorge Cruz (Bonsucesso), Veludo (Madureira), Fagundes (Araxá e Araguari), e maior de todas, o artilheiro Bife, falecido recentemente, contratado ao LS de Campo Grande-MS, a pedido de Roberto França, que deixou o cargo no final do primeiro turno, assumindo João Batista Jaudy. O Operário foi vice-campeão, perdendo o título para o Dom Bosco em uma final emocionante, pelo placar de 3 X 2.
1º Campeão Estadual de Profissionais
Era do Operário as façanhas nas conquistas do título de Campeão dos Campeões em 1964, implantação do futebol profissional em 1967, onde foi campeão, e no ano de 1973, com o título sendo disputado em 74, conquistou o título de 1º Campeão Estadual de Futebol Profissional ( Mato Grosso ainda não tinha sido dividido). O time foi reforçado com as contratações de Paulinho ( ex- Operário de Campo Grande, Linense e Portuguesa de Desportos), Zé Pulula do Londrina – PR, Arlindo ( Goiânia), Ruiter (Mixto), Marcio ( futebol carioca), Dirceu Batista ( Cruzeiro), Carlos ( ex- goleiro do São Paulo em 1964 e Formiga - MG (1968), o lateral Lira e o irmão Gilson Lira ( ABC de Natal), e o treinador Totinha Gomes, ex- auxiliar de Don Freitas Solich no Atlético Mineiro, e campeão da 2ª Divisão mineira com o Paraense de Pará de Minas.
Antes era campeonato cuiabano, e a partir deste ano de 1973, passou a contar com participantes de todo estado, a saber: Operário, Dom Bosco, Palmeiras do Porto e Mixto de Cuiabá; Comercial, SEI ( Sociedade Esportiva Industriaria) e Operário de Campo Grande; Ubiratan e Douradense de Dourados; Comercial ( Poconé) e União de Rondonópolis, Marítimos e Corumbaense de Corumbá. Foram disputados 3 turnos, com o Operário ganhando dois, e assim foi para a decisão em uma melhor de quatro pontos com a vantagem de 1 ponto Após empatar a 1ª partida em 0 X 0, Operário na decisão, em um domingo pela manhã, goleou o Dom Bosco por 4 X 0, com 2 gols de Bife, com Ruiter e César completando o marcador. Por ocasião da conquista, o tricolor contou vários treinadores, iniciando com Totinha Gomes, passando por João Batista Jaudy, Serjão( ex-zagueiro do América Carioca), Capitão Piramy, Airton Diogo, Nivaldo Santana, Dasmaceno e na reta final, foi dirigido por um triunvirato, formado Beraldo Corea, Expedito Sabino e Rubens dos Santos. Airton Vieira de Morais (Sansão) foi o árbitro da partida. Na diretoria as presenças de Rubens dos Santos, Ingo Klein, Branco de Barros, Fioriavante Fortunato, Eduardo Saraiva, Segala e Jota Maia, e Murilo Godoy, responsável pelo departamento médico do clube.

Título no Sul e Fracassos

Após a vitoriosa campanha de 1973/74, nos meados do ano, a constelação tricolor foi desfeita, com Bife e César, vendidos ao Comercial de Campo Grande, Ruiter retornando ao Mixto, e vários outros craques negociados. Do plantel antigo ficaram Zé Pulula (Lula ), Carlos Pedras e Odenir. Novas contratações foram feitas, a saber: O goleiro Orlando “ Gato Preto”( ex-Portuguesa de Desportos, São Cristóvão –RJ e Juventus – SP), Gersinho do São Paulo, Magela do Ceará, Bota do Dom Bosco, Vandinho, Marcos e Nezinho do Guarani de Campinas, e do futebol amador cuiabando, novas caras surgiram, entre eles, Carlos Victor, Nélio Ramos, Zezinho, Juquinha, Índio, Jadir e Teco.
No primeiro semestre, com Nivaldo Santana na direção, como campeão do Norte, disputou com a Corumbaense, campeã do Sul, o título Norte/Sul, em uma única partida realizada no Estádio Arthur Marinho em Corumbá. De virada, com gols de Ruiter, Gersinho e Zé Pulula, venceu por 3 X 2, após perder o 1º tempo por 2 X 0, com Garrafinha e o zagueiro Nei anotando os gols do time sulino, que contava ainda com o goleiro Miranda, Ramon, Dionísio, Miguel e Calábria. O Operário foi campeão com Orlando “Gato Preto”(Carlos), Paulinho, Marcos, Nezinho( Mica) e Bota; Magela, Valdécio ( Wilson) e Gersinho; Zé Pulula , Bife e Odenir. Após a conquista deste título, o tricolor negociou o ponta direita Zé Pulula com o Paulista de Jundiaí, onde conforme os bastidores esportivos, aconteceu uma ponte na negociação, com os irmãos Álvaro e Oscar Sacolfaro ( ex- Árbitro da FPF) acertando a troca de Zé Pulula ( no futebol paulista passou a se chamar Lula), pelos jogadores Mosca, Adalberto, Adilson e Humberto com a Ponte Preta, que imediatamente, repassou o ponta mato-grossense ao Paulista de Jundiaí. O tricolor com a inauguração oficial do Estádio Governador José Fragelli ( Verdão) em 1976, ficou 10 anos sem ganhar nada, pois, após a divisão do Estado em 1979, o Mixto reinou, ganhando todos os títulos, só perdendo a hegemonia para o tricolor em 1983, quando o presidente Branco de Barros assumiu mais uma vez a presidência do clube, e fez várias contratações, e ganhou o campeonato. O falecido treinador Nivaldo Santana, apontado na pesquisa como o melhor treinador do Operário em todos os tempos, além dos profissionais, comandava o Chicote desde as categorias de base.
Em 1984 o Operário fez uma ótima campanha no Campeonato Brasileiro, inclusive empatando com o Corinthians Paulista no Canindé em 0 X 0. Passou para segunda fase, e quem não se lembra do gol de Mosca de bicicleta contra o Botafogo Carioca, e no returno, a vitória contra o mesmo Botafogo em São Januário por 1 X 0, gol de Mosca de penalte. OBS: No 2º tempo, após o goleiro Mão de Onça do Operário defender um penalte cobrado por Cláudio Adão, o cantor Aguinaldo Timóteo entrou em campo, e chorando pela má fase do clube do seu coração, abraçou o artilheiro Cláudio Adão.


Tri-campeonato


Começava o ano de 1985, e o Operário tinha o radialista londrinense EdvaldoRibeiro ( ex- Rádio Paiquerê de Londrina – PR e Clube de Campo Grande – MS) como presidente. Com ele idéias novas, contratações de peso, e a formação de um super time. Na decisão diante do Mixto, uma goleada por 5 X 0, com dois gols de Dito Siqueira, Wanderley, Alencar e Lucio “ Bala”.o Time venceu a final com Wandeir ( ex- Goiás ), Nei Dias ( ex- Flamengo), Marião ( ex- São Paulo, Sport Recife e Operário MS), Gilvan ( Vila Nova GO ) e Laércio ( ex- Sertãozinho e Grêmio Maringá); Alencar ( ex- América Carioca e seleção brasileira de novos), Dito Siqueira (Sérgio Luiz) e Wander ( ex- Comercial e Botafogo de Ribeirão Preto); Lúcio “ Bala”( ex- Ponte Preta,Guarani de Campinas, Palmeiras SP, Flamengo e América do Rio de Janiero) - (Nasser), Wanderley ( ex- Mixto e Santo André ) e Ivanildo ( ex- ABC e América de Natal). O paranaense José Calazans era o treinador..No ano seguinte, Edvaldo Ribeiro reformulou o elenco, conquistando o bi-campeonato após dois empates seguidos com o Mixto em 2 X 2, e na terceira e decisiva partida, com gols de Jota Maria ( gol antológico do meio campo – o goleiro era Mug) e Luisinho, levou a melhor, vencendo por 2 X 0, levando a taça. O time era dirigido por Antonio Malaquias e atuou com Wandeir, Genilson, Ailton Lima, Panzariello ( ex- Campo Grande - RJ) e Laércio; Sérgio Luiz (Ailton Calango), e Mosca; Jota Maria ( ex- Vila Nova - GO e Corinthians Paulista), Luisinho ( ex- Vila Nova GO) e Ivanildo.Em 1987, o inédito título de tri-campeão aconteceu com Osmar Rodovalho(ex- Goiás e Vila Nova - GO) na direção técnica, com José Roberto Pará como supervisor. Mais uma o vez o “Clássico dos Milhões”, entre Operário e Mixto decidiria o campeonato. Com gol de Pelego no final do jogo, o tricolor fez a festa, garantindo o título. Julio César ( ex- Santo André e Londrina - PR), Caruzo, Laércio, Panzariello e Ozéas; Edmilson, Pelego ( ex- Maringá – PR) (Ailton Calango), e Esquerdinha ( defendeu várias equipes do interior paulista); Nasser, Jorginho e Ivanildo era o time naquela tarde.


Pensando no futuro


Apesar de passar por mãos de pessoas inteligentes e capacidades na administração, após a conquista do tri, só alcançou a glória novamente em 1994/95, onde o presidente Roberto Martins, contando com o apoio de jovens como Maninho de Barros, Chiquito ( falecido recentemente), Carlinhos Batico, Honório Magalhães, e Lulu do Mané Bernardo, contratou o treinador “Búfalo” Gil, ex-craque da seleção brasileira. A seu lado na comissão técnica contava com Gilmar Ferreira (preparador físico), Carlos Pedras (treinador de goleiros), e Geraldo Malaquias (Massagista). O plantel era formado por Hernandes, Agnaldo, Sálvio, Marquinhos, Iúca, Zé Valdo, Bujíca ( ex- Flamengo e Botafogo Carioca), Adrísson, Ferreirinha, Márcio, Jailson, Ado ( ex- Paraná – PR), Edson Luiz, Gersinho, Victor, Índio, Josenilson, Jonas, Wender ( futebol Português) e Abílio. Bujíca foi artilheiro do campeonato com 23 gols.A decisão aconteceu no dia 04 de agosto de 1995, com o tricolor derrotando o União de Rondonópolis no Verdão por 2 X 1, gols de Vitor aos 12 do 1º tempo, e Iúca aos 04 minutos da 2ª etapa. Berg marcou o gol do União. Joelmes de Jesus apitou o jogo, e como auxiliares, Ari Euclides e Joilson Aleixo. O público de 1.935 pagantes proporcionou uma renda de R$ 19. 350,00. O Operário atuou com Agnaldo, Josenilson, Edson Luis, Índio e Zé Valdo (Adrisson); Ado, Victor, Gersinho e Iúca; Bujica e Wender.Em 1996 Carlinhos Batico assumiu a direção, e apesar dos esforços, o time não ganhou nada. No ano seguinte, em 1997, Wandir Sguarezzi, com apoio dos jovens Maninho de Barros, Chiquito Barros, Dudu Campos, contando com Carlos Henrique Pedroso (Mosca) como diretor, aliado as experiências de Rubens dos Santos, Branco de Barros e Beraldo Correa, manteve Búfalo Gil no comando técnico, Gilmarzinho na preparação física, Gigi Boi na supervisão e Claudinor Sabiá como mordomo, conquistando mais uma vez o título estadual. Voltou a repetir o feito em 2002, e após passar quatro anos no jejum, ganhou novamente o título em 2006. No ano passado, em 2007, o campeão estadual foi o Cacerense, dirigido pelo ex-goleiro do Guarani, Birigui, e o Operário, dirigido por Gilmarzinho, com Totinha Gomes na presidência, aliado a juventude do filho Giorgio e dos sobrinhos Maninho de Barros e João José, além de Dudu Campos, filho do senador Jaime Campos, procuraram fazer o melhor pelo tricolor mais querido de Mato Grosso.Acervo de Pulula da Silva.


OPERÁRIO DE TODOS OS TEMPOS – TIME DOS SONHOS


OBS: Matéria do Jornal Correio Várzea-grandense, divulgada pelo Editor de esportes do JC no dia 01 de maio de 2008, quando o tricolor comemorava mais um ano de vida.Após uma pesquisa realizada recentemente com os torcedores do Operário desde o início dos anos 60, até os dias atuais, na era do profissionalismo, saiu a escolha do melhor time do Chicote da Fronteira de todos os tempos. Seria o time dos sonhos da fiel torcida do tricolor mais querido de Mato Grosso. No futebol atual, esse time faria bonito no Campeonato Brasileiro da Série A, comentaram os mais otimistas. O artilheiro Bife e o meia Mosca receberam indicação unânime da torcida, enquanto que Nivaldo Santana foi apontado pelos torcedores como melhor técnico, e Rubens dos Santos, fundador do clube, o mais completo e dinâmico presidente na história do Clube Esportivo Operário Várzea-grandense.Em várias posições, a disputa foi voto a voto: ( Gol ) Carlos Pedras, Paulo Vitor,Saldanha e Mão de Onça; ( L. Direito ) JK e Paulinho Rosa; ( Zagueiros ) Glauco, Gaguinho, Gonçalo, Malaquias, Polaco e Panzariello; ( L. Esquerdo) Lira, Laércio e Darcy Avelino; ( P. Esquerda )Odenir, Wender e Ivanildo; ( Meio Campo ) Dirceu Batista, Vitor, Joel, Renato, Pastoril, Poxoréo, Vander, César, Humberto e Ruiter; ( P. Direita ) Zé Pulula, Jota Maria, Ide, Adavilson “Pelezinho” e Lucio “Bala”. Mosca e Bife foram unanimidade, sendo que para apontar o segundo centroavante no time dos sonhos do torcedor, a disputa foi acirrada entre Gilson Lira, Bujica, Fião, Gerson Lopes, Gebara, e teve quem lembrou também de Adalberto “ Brejinho “, Jaburu,Nasser e Jorge Cruz, além de Totinha, Osmar Rodovalho “ Mazinho”, Búfalo Gil e João Batista Jaudy como treinadores.


GOLEIRO: Carlos Pedras – 1972/73/74/75/76LATERAL DIREITO: JK – 1963/64/67/68/71/72ZAGUEIRO CENTRAL – GAGUINHO – 1971/72/73/74/78/794º ZAGUEIRO – GLAUCO – 1967/68/71LATERAL ESQUERDO – LAÉRCIO “ABACATE” – 1983/84/85/86/87MÉDIO VOLANTE – CÉSAR “ DIABO LOIRO” – 1972/73/78/79MEIA DIREITA – MOSCA – 1976/78/79/80/83/84/86MEIA ESQUERDA – RUITER – 1973/74/79PONTA DIREITA – ZÉ PULULA – 1972/73/74/75/78/79CENTROAVANTE – BIFE – 1971/72/73/74/75/83/85PONTA ESQUERDA – IVANILDO – 1980/81/82/83/85/86/87/88TREINADOR – Nivaldo Santana – 1973/1976/77/78/79/83/84PRESIDENTE – RUBENS DOS SANTOS – 1950/51/52/53/54/55/56/57/58/59/60/62/67/71/72/75/76/81/82



GALERIA DE FOTOS


CEOV - 1971: Vice - Campeão Cuiabano. EM PÉ: Darcy Avelino, JK, Gonçalo, Wálter, Bugrinho e Glauco. AGACHADOS: Ide"Nhara", Jaburú, Gebara, Beto"Wanderléia" e Odenir"Upa Neguinho".

Outra formação do Operário em 1971. Time dirigido pelo radialista e político Roberto França.
EM PÉ: Fagundes, Aladim, Nélson Paô, Gaguinho, Romeu e Adão. AGACHADOS: Arinos, Jorge Cruz, Gebara, Joel Diamantino, Bife e Pepe ( Massagista)


No final do ano de 1972, chegava em Várzea Grande os atacantes Zé Pulula e Alceu Provatti. Casaram por aqui, e continuam morando na Cidade Industrial até a data atual. Na foto, Rafael Rodrigo ( 05 anos ), filho de Pulula


Operário conquista o Bi - Campeonato da Taça Cuiabá - 1972 - 73. Na foto, El Passo Sobrinho ( Massagista ), Bife, Zé Pulula e Jeferson Lira


Em 1986, Expedito Sabino é entrevistado pelo ex - jogador Pulula da Silva ( Correspondente do jornal A Gazeta Esportiva - SP ), e fala da preparação física do elenco tricolor de 1973 à 1975.

Lira, Paulinho Rosa, Zé Pulula, Adão e Bife. De costas, o falecido repórter Geraldo Viana - GV. Era dia de entrega de faixas e troféus aos campeões do Estado de Mato Grosso de 1973


O jogadores Rony, Zé Pulula, Dirceu Batista, Zé Chega - Junto ( Mordomo ) e Jéferson Lira durante um passeio no Calçadão da Ricardo Franco em Cuiabá


Zé Pulula, Wanderley Paiva e Romeu Cambalhota por ocasião da partida Operário MT 0 x 3 Clube Atlético Mineiro

O artilheiro Bife levanta mais um troféu em 1973. O Operário era o papa - títulos no início dos anos 70 em Mato Grosso. Na foto, El Passo, Zé Pulula e Lira

Bife recebe das mãos do Governador José Fragelli o troféu de Campeão Mato - grossense de Futebol Profissional de 1973. Na foto, Antero de Barros, repórter na época, e hoje renomado político brasileiro

Uma das formações do Operário em 1974. EM Pé: Gaúcho, Zezinho, Índio, Carlos Victor, Nezinho e Teco. AGCHADOS: Zé Pulula, Nélio Ramos, Juquinha, Odenir, Vandinho e Carlito ( Massagista )

Uma das formações vencedora do "Chicote da Fronteira" no início dos anos 70. EM PÉ: Alair, Paulinho, Gaguinho, Joel Diamantino, Carlos Pedras e Lira. AGACHADOS: El Passo ( Masagista ), Zé Pulula, Lúcio Mineiro, Bife, Dirceu Batista e Odenir. Os mascotes são Manchinha Paô e Gigi Boi, atualmente diretor - presidente da Escolinha de Futebol Búfallo Gil


Lance da decisão do estadual de 74. Gilson Lira disputa a bola com Miro, observado por Zé Pulula, Paulo César, Adalberto "Brejinho" e o artilheiro Bif

Ficha técnica da partida entre Clube de Regatas Flamengo e Clube Esportivo Operário Várzea-grandense realizada em 1974 em Cuiabá



Momento de descontração na concentração do Operário no início dos anos 70. Na foto Zé Pulula, Lira, o falecido Manezinho Boiadeiro ( Pelézinho), Odenir, Carlos Abadio e Wellintgon Lira


César " Diabo Loiro", considerado o maior Médio - volante de todos os tempos na história do Clube Esportivo Operário Várzeagrandense


Delegação tricolor no embarque rumo a Corumbá, onde decidiu o título Norte - Sul com a poderosa Corumbaense em 1974 ( ver resultado no texto acima ). O falecido treinador Nivaldo Santana comandou o Operário na final


Considerado como o melhor goleiro de todos os tempos na história do Operário, Carlos Pedras continua residindo em Várzea Grande - Cuiabá, onde desde que parou como profissional em 1977, acumula as funçoes de treiandor de goleiros de todas as categorias no tricolor.


Odenir, Dirceu Batista, Lucio Mineiro e Zé Pulula prestigiando a festa da coroação das Rainhas Infantil do Carnaval Várzea - grandense de 1973


Uma das formação do Operário durante o Campeonato Estadual de 1973. EM PÉ:Gaguinho, Nélson Paô, Joel Diamantino, Malaquias, Carlos Pedras e Arlindão. AGACHADOS: El Passo ( Massagista ), Zé Pulula, Lúcio Mineiro, César "Diabo Loiro, Dirceu Batista e Odenir



Recorte de jornal comentando sobre a derrota do tricolor para o Operário de Campo Grande durante o Torneio Integração, realizado no início da temporada de 1973



Paulinho Rosa, Orlando "Gato Preto" ( Ex - Portuguesa de Desportos ), Valdécio Saraiva e Bifem "feras" do Operário no time de 1975



O goleiro Mazurkiezwicz, Odenir e Zé Pulula na partida entre Operário e Atlético Mineiro


Execução do Hino Nacional Brasileiro por ocasião da partida Clube Atlético Mineiro e Clube Esportivo Operário Várzeagrandense


Zé Pulula, Gilson Lira e Marcio durante uma partida do Operário no início dos anos 70. O repórter é o falecido Juarez Alves


O treinador João Batista Jaudy faz uma preleição ao elenco do Operário no Estadio Belmar Fidalgo em Campo Grande - MS, antes de um clássico diante do Comercial


Jornal destaca goleada que o Galo Mineiro deu no Chicote da Fronteira


Goleiro Mazurkiezwicz, aquele que levou o drible da vaca do Rei Pelé na Copa do Mundo de 1970, e Zé Pulula


Jogadores do Operário na concentração na hora do almo



Uma das formações do Operário durante a campanha na conquista do título inédito de 1º Campeão Estadual de Futebl Profissional em Mato Grosso. EM PÉ: Lira Carlos Pedras, Nélson Paô, Joel Diamantino, Paulo Fernandes e Gaguinho. AGACHADOS: Zé Pulula, Gilson Lira, Bife, Bife e Odenir



Em 1975 o Operário estreiou no Campeonato Estadual com esse time. EM PÉ: Marcus, Orlando Gato Preto, Magela ( Ex - Ceará ), Nezinho, Paulinho e Bota. AGACHADOS: Zé Pulula, Valdécio, Bife, Gersinho e Odenir. Foto da Revista Placa


Time do Operário na vitória contra o Mixto por 3 x 1 em amistoso realizado em junho de 1975. EM PÉ: Carlos Pedras, Carlos Victor, Zezinho, Joilson , Lulinha e Formigão. AGACHADOS: Zé Pulula, Nélio Ramos, Juquinha, Jairzinho ( Furacão da Copa de 70 ) e Vandinho


Plantél tricolor que terminou a temporada de 1975. Menos Jairzinho que participou de amistosos e foi para o Cruzeiro - MG, onde brilhou na conquista da Copa Libertadores da América de 1976. EM PÉ: Nezinho, Carlos Pedras, Calos Victor, Zezinho, Joilson, Lulinha, Formigão e Jadir.
AGACHADOS: Índio, Zé Pulula, Nélio Ramos, Juquinha, Jairzinho, Vandinho, Teco e Carlito ( Massagista )



Adavilson "Pelezinho" contratado no início de 1976 junto ao União de Rondonópolis


Recorte de Jornal lembra a inauguração do Estádio José Fragelli - Verdão, e ainda a decepção tricolor que perdeu a vaga para o Mixto em uma derrota de virada com o Estádio lotado


Esse ano de 1977 não foi muito bom para o Operário, à não ser a revelação do goleiro Paulo Visto para o mundo da bola. Chegou a Seleção Brasileira, e foi treinado por Carlos Pedras


No papel, esse time do Operário tinha tudo para ser considerado como um dos melhores na história clube. Decepção em campo, com isso a torcida não sentiu saudades. EM PÉ: Adalberto, Carlos Pedras, Lásaro, Miro, Joilson e Carlos Victor. AGACHADOS: Carlito ( Massagista ), Odenir, Mosca, Adavilson " Pelezinho ", Humberto e Adilson


O time de 1977 também não superou a expectativa do torcedor. EM PÉ: Nezinho, Zé Mário, àulo Victor, Justino Guará, Joilson e Jofre. AGACHADOS: Nélio Ramos, Dener, Puruca, Rui e Odenir


O Operário de 1978 alternou boas e más jornadas durante o Campeonato Brasileiro. EM PÉ: Gilmar, Tim, Joilson, Gaguinho e Edvar. AGACHADOS: Jogador não identificado, Ruiter, Gérson Lopes, Mosca, Ernani e Geraldo Malaquias ( Massagista )



O Arcebisto Dom Campello de Aragão, doador do 1º jogo de camisas para o Operário em 1949, veio participar de uma festa no Estádio Verdão nos 80. Na foto está entre Bife e Tim.


Jornal mostra reportagem enfocando os diretores Alceu Provatti e Clóvis Gonçalves no final da década de 70


Time de 1979 contava com os paraguaios Rocha e Ortiz, emprestados ao Operário pelo Guarani de Assunção.



João Carlos e Zé Pulula faziam parte do elenco tricolor em 1979


Zé Pulula, Moacir De Lannes ( Presidente do Operário em 1979 ), César Diabo Loiro e sua esposa Ana Rita. Na foto, tirada no Clube Social Dom Bosco, também a presença de Fátima de Oliveira, esposa de João Carlos


O Operário que tinha Aderbal Lana como treinador, foi vice - campeão em 1980, e no elenco, só "feras", entre eles: Túlio, Dirceu Batista, Piranha, Genivaldo, Árlem, Anderson Jacaré, Puruca, Zé Carlos, Ademar, Pastoril, Ivanildo e Gaguinho


Em 1981 Roberto Rivelino disputou uma partida amistosa pelo Operário. EM PÉ: Juarez, Genivaldo, Celso, Leonél, Ademar, Túlio e Geraldo Malaquias ( Massagista ). AGACHADOS: Árlem, Pastoril, Lincon, Roberto Rivelino e Ivanildo. O mascote de camisa tricolor, é Anderson Marcelo, afilhado do Pulula da Silva, titular deste Site.


Lucio "Bala" ( Ex - Ponte Preta, Guarani, Flamengo e Palmeiras), Zé Pulula ( Ex - Londrina - PR, Operário e Paulista de Jundiai ), Fidélis ( Ex - Flamengo, Vitória - BA e Dom Bosco ), Nina ( Ex - Dom Bosco e interior paulista ) e Mosca ( Ex - Vila Nova de Goiás, Ponte Preta, Corinthians Paulista, Paulista de Jundiai e Operário ).
Quanto não valeria $$$$$ um ataque desse no futebol atual ?




O falecido zagueiro Juarez Guêga defendeu o Operário entre 1983 e 1984



Os falecidos Nivaldo Santana e Antonio Malaquias comandavam técnicamente o tricolor na conquista do Campeonato Estadual de 1983. Nivaldo como treinador e Malaquias como auxli


Craques de várias gerações do Operário se reuniram com o presidente eterno Rubens dos Santos em sua residência no final dos anos 80. Na foto, EM PÉ: Dito da Alameda, Totinha Gomes ( Ex - Treinador ), Rubens dos Santos, Coronel Ubaldo Monteiro, Gonçalo e Glauco. AGACHADOS: Rafael Rodrigo ( Filho de Pulula ), Carlos Pedras, JK, Clóvis Henrique, Zé Pulula, Tatú e Mosca


O Operário conseguiu no início da década de 80, montou várias equipes em diversas faixas etárias. Tinha Dente de Leite, Infanto, Juvenil e Juniores. A administração técnica em todas as categorias era de Pulula da Silva, que tinha Pauli Rosa como auxiliar e Beraldo Correa na supervião. Na foto uma das formações do Dente Leite



Juvenil do Operário em 1982. EM PÉ: Zé Pulula (Técnico ), Júlio César "Pacú", Marinho, Odair Ginho, Miro, Mimí, Toninho Delgado e Paulinho Rosa ( Auxiliar Técnico). AGACHADOS: Paulinho, Sêba, Joãozinho Parayba, Miguél Pisca e Milton.



Juniores do Operário, vice - campeão mato - grossense de Juniores em 1983, perdendo a final para o Dom Bosco por 3 x 1. O Dom tinha na época o goleiro Gonçalo, Jandilson, Tide, Victor e Jadilson. EM PÉ: Júlio César, Zinho, Mauro, Tó, Odair, Fumaça e Zé Pulula ( Treinador ). AGACHADOS: Eurides, Joãozinho, Paulinho, Norberto" Fumaçinha" Miguel e Pedrão ( Massagista ).



Plantél do Operário na conquista do título Estadual de 1983. EM PÉ: Nivaldo Santana ( Treinador ), Mão de Onça, Laércio, Panzariello, Juarez, Waldir Braga, Júlio César, Silveira e Carlos Pedras ( Treinador de goleiros ). AGACHADOS: João Caruzo, Neto, Oliveira e Francklin. SENTADOS: Manfrini, Adalberto, Bife, Mosca, Udélson e Dito Siqueira. O mascote é Ficher, filho de Bife.









































































O atacante Jota Maria, entrevistado or Ramon Salgado da Rádio Inconfidência de Belo Horizonte - MG, marcou gols importantes na conquista do bi - campeonato - 1985/86


Recorte de jonal destava o título do Operário em 1983


O Operário tinha grandes estrelas do futebol brasileiro em 1985 na conquista do título


Uma das formações do Operário na conquista do bi - campeonato em 1986. EM PÉ: Augusto Roberto ( Rádio Cultura de Cuiabá ), Panzariello, Alencar, Pedrinho, Ailton Lima, Lércio Abacate e Júlio César. AGACHADOS: Ailton Calango, Luisinho Goiano, Mazola, Mosca, Ivanildo e Geraldo Malaquias ( Massagista )


Mais uma das foemações do Operário na conquista do título de 1986. EM PÉ: Valdemir Costa ( Repórter ), Pedrinho, Alencar, Genilson, Ailton Lima, Laércio, Wandeir e Osmair Thiago ( Repórter ). AGACHADOS: Jota Maria, Luizinho, Sérgio Luis, Nasser e Ivanildo.


Mais uma bela formação do Operário em 1985. Das categorias de base, o time tinha Dito Siqueira e Nasser, e na suplência, o goleiro Júlio César "Pacú", que depois atuou em várias equipes do futebol brasileiro


Time do Operário que iniciou a vitoriosa jornada na conquista do título de 1985. EM PÉ: Marião, Wandeir, Alencar, Gilvan, Laércio e Caruzo. AGACHADOS: Lúcio Bala, Sérgio Luiz, Dito Siqueira, Vander e Ivanildo.



Time que venceu o Mixto na final de 1987 por 1 x 0, gol de Pelêgo, conquistando o inédito título de Tri - Campeão de Futebol Profissional em Mato Grosso. EM PÉ: Júlio César, Vâner, Panazariello, Charles, Ozéas e Tyressóliys ( Massagista ). AGACHADOS: Pelêgo, Nasser, Jorginho, Esquerdinha, Nasser e Ivanildo


O radialista Edvaldo Ribeiro, na foto com o prefeito (Senador atualmente ) Jaime Campos, entra para a história do Operário como o 1º presidente a conquistar o título de tri - campeão estadual ( 1985/86/87 ) pelo Chicote da Fronteira


Na conquista do tri - campeonato o Operário tinha grandes jogadores. EM PÉ: João Caruzo, Laércio Abacate, Pedrinho, Alencar, Panzariello ( Falecido ), Wandeir e o repórter Celso Teixeira. AGACHADOS: Geraldo Malaquias ( Massagista ), Guerreiro, Duda, Nasser, Sérgio Luiz e Ailton Calango



Clube Esportivo Operário Várzea - grandense - Tri - Campeão Estadual Mato - grossense de Futebol Profissional. EM PÉ: Cabral ( Massagista ), Caruzo, Júlio César, Jorginho, Vâner, Panzariello e Ozéas. AGACHADOS: Nasser, Edmilson, Pelêgo, Esquerdinha, Ivanildo e Tyressólis ( Massagista ) . Os mascotes são Binho Ribeiro e Rafael Rodrigo ( Com a bola ), filho de Zé Pulula. Foto Arquivo da Revista Placar


Time da campanha do Campeonato Estadual de 2.000



Wendel Rodrigues também entra para a história do Operário como presidente do clube no início do ano 2.000


O tricolor foi o grande campeão estadual de 2002



O ex - craque Mosca já comandou o Operário dentro das quatro linhas, e fora dela cmo treinador


O Senador Jaime Campos e o filho Dudú Campos também fazem parte da história tricolor. O falecido Jaiminho Campos, filho do senador, inclusive chegou a presidência do Operário



O treinador Edér Taques é nome forte na vida do Operário na atualidade


Hexa Campeão Brasileiro recentemente pelo Clube de Regatas Flamengo, Andrade foi peça importante como jogador do Operário na conquista do bi - campeonato estadual em 1994/95


Uma das formações do Operário na conquista do título de 1997


Time tricolor na conquista de 2002



Elenco tricolor na conquista do ultimo título estadual em 2006

















5 comentários:

  1. Moro na bahia e sou sobrinho do saudoso Nivaldo SANTANA, FICO FELIZ EM VER ESTA HISTORIA VITORIOSA, DE UM GRANDE HOMEM E AMIGO, POR ONDE ANDOU DEIXOU SAUDADES ETERNAS.

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  2. Site fantástico! Belas fotos e histórias incríveis!!!!

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  3. Bonita a história, meu filho Lúcio Flávio pediu para você postar mais foto do jogador Lindolfo, gostaria de ver.

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  4. GENTE QUE SAUDADES DO EX GOLEIRO MÃO DE ONÇA, ERA A SENSAÇÃO DO MOMENTO♥

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  5. Parabéns pela reportagem! Sou filha de Ivanildo e fiquei muito feliz com essa lembrança da história do meu pai no Operário!!! Foram anos felizes que vivemos aí em Mato Grosso!

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